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História e Curiosidades
- Redondas, com as bordas viradas para cima e saberbas pelo tamanho, as folhas da vitória-réghia, que podem atingir dois metros de diâmetro, parecem grandes badejas que flutuam na superficie das águas.
- Mais do que próprias flores, são elas que fazem dessa espécie, em jardins botânicos de todo o mundo, um permanente motivo de atração
- Planta aquática nativa da Amazônia, a vitória-régia (Victoria regia, antes V. Amazaonica), pertence à familia das ninfeáceas, a mesma das ninféias ou nunúfares e dos nelumbros ou lótus.
- como estas, nasce um rizoma grosso que se assenta no findo e do qual portem, para subir até a tona, os longos pecíolos que sustentam as folhas e os pedúnculos das flores.
- As folhas, que suportam até 45 quilos de peso sem afundar, servem nos igarapés e remansos como local de pouso para insetos e aves.
- Verde escura por cima e arroxeadas por baixo, têm numa das extremidades uma estreita abertura. Suas bordas reviradas, que se alteiam até 15 centímetros, apresentam-se assim com duas cores.
- As flores, solitárias e aromáticas, de 25 a 40 centímetros de diâmetro, podem ser brancas, lilás ou cor-de-rosa e se abrem no fim de tarde para se fecharem de manhã.
- O nome Victoria regia, do qual procede o nome aportuguesado da planta, foi dado pelo botânico inglês John Lindlev em honra à Rainha Vitória
A vitória-réria foi também utilizada como tema em nossa cédula de cinco cruzeiros
Fotos
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